Millennials e publicidade nativa: uma combinação de sucesso

Millennials e publicidade nativa são dois termos que devem ganhar sua atenção quando o assunto é planejamento de comunicação e vendas. Se você não sabe ao certo o significado dessas palavras, não precisa se assustar.

 

Neste post, vamos explicar esses conceitos e mostrar porque a combinação entre eles pode trazer o seu sucesso!

 

Millennials e publicidade nativa: o que significam?

Millennials são as pessoas nascidas entre os anos de 1980 e 1997. No caso do Brasil, podemos identificá-los como os antigos “baixinhos” que assistiam aos programas da Xuxa.

 

Bem, essas crianças cresceram e entraram no mercado de trabalho. Com um nível de educação superior ao que seus pais possuíam com mesma idade, essa geração destaca-se por hábitos de consumo diferentes.

 

Para eles, o fator tecnológico tem grande importância — afinal, eles acompanharam a evolução da internet.

Informação é a palavra de ordem para quem deseja se comunicar com os millennials. Por isso, no lugar de peças publicitárias no intervalo da novela das nove, a melhor opção para conversar com esses jovens-adultos é a publicidade nativa.

 

 

Publicidade nativa

A publicidade nativa preocupa-se em oferecer informação relevante ao seu público, fazendo com que ele se informe sobre o seu nicho de mercado. Vamos supor que uma loja de roupas deseja vender sua nova coleção de jaquetas de couro.

 

Um exemplo de publicidade nativa, nesse caso, seria criar uma reportagem jornalística sobre a evolução das peças de couro ao longo da história da moda. Essa matéria seria publicada em uma revista lida pelo público-alvo.

 

 

Quem influencia os millennials?

Existem muitas pessoas que influenciam as decisões de consumo de um indivíduo. Os pais influenciam seus filhos, a atriz da novela pode influenciar a telespectadora, mas, acredite, existem pessoas que são desconhecidas por milhares de brasileiros, mas conseguem fazer a cabeça de outros milhares.

 

Trabalhar estratégias com foco em millennials e publicidade nativa exige conhecimento sobre influenciadores digitais. Essas pessoas transformaram as redes sociais em plataformas de conteúdo com audiência tão significativa quanto a tevê.

 

Por isso, identifique quais são os influenciadores preferidos dos seus clientes.

 

Além disso, esse público não quer ter sua experiência de consumo de conteúdo alterada. Por isso, ele rejeita anúncios publicitários que alterem de forma significativa o seu consumo de informação na internet.

 

Vamos a um caso de sucesso? A operadora Vivo está trabalhando com dois modelos de influenciadores em sua nova campanha publicitária. A cantora Ivete Sangalo faz duetos com Youtubers dos mais diversos segmentos: moda, games, entretenimento etc.

 

Desse modo, a empresa consegue se comunicar com o grande público — afinal, é muito difícil ter alguém no Brasil que não conheça Ivete — e, ao mesmo tempo, conversa com nichos específicos.

 

 

Quando o assunto é millennials e publicidade nativa, vale tudo?

Não. A regra de ouro para trabalhar com millennials e publicidade nativa é a honestidade. Esse público não gosta de estratégias que não são claras. A publicidade nativa deve ser identificada, antes de mais nada, como publicidade, para que o receptor decida por consumi-la.

 

Estratégias que não sejam claras com o público podem causar sérios danos de imagem à marca e ao influenciador digital que fez a propaganda. Do mesmo modo, um veículo que publicou uma publicidade nativa sem identificá-la deve preparar-se para lidar com as críticas.

 

Um exemplo disso ocorreu com a influenciadora fitness Gabriela Pugliesi, autuada pelo Procon pelas “dicas de produtos” que dava aos seus milhares de seguidores no Instagram.

 

Millennials e publicidade nativa são dois termos que ainda causam dúvidas, mas agora você já sabe como comunicar-se com eles. Aliás, falando em comunicação, deixe um comentário com a sua opinião sobre essa geração de consumidores!

Ricardo Abellan Sobre o autor

Ex-JWT, Almap BBDO e TV1.com atuou em projetos digitais para clientes como Unilever, Nestlé e Volkswagen, passou também pela DuPont, onde liderou a área de marketing digital da América Latina.

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